Postos de combustíveis desativados são um perigo

Em São Paulo há cerca de 825 locais com a atividade encerrada

De acordo com a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), há 825 postos de combustíveis desativados na cidade de São Paulo. Segundo especialistas, se o processo de desativação desses locais não for feito adequadamente, esses espaços tendem a se tornar perigosos, pois podem explodir a qualquer momento.

O jornal Agora publicou uma reportagem intitulada “São Paulo tem 825 postos de combustíveis desativados” no qual entrevistou profissionais que explicaram os riscos que esses postos oferecem a população.

Rogério Aparecido Machado, professor do curso de química do Mackenzie, explicou ao jornal que mesmo esvaziando os tanques, ainda fica um pequeno acúmulo de substâncias explosivas nas paredes dos recipientes.

Esse conteúdo que restou pode ocasionar explosões desencadeadas por ações simples como, por exemplo, o ascender de um cigarro. Para evitar esse problema a fiscalização teria que ser muito mais efetiva.

É necessário que se abra um processo de desativação do posto, pois, por meio disso, os donos irão cumprir uma série de normas ambientais e técnicas para a retirada do material. Caso os proprietários paralisem as atividades, mas queiram manter a estrutura para voltar ao mercado posteriormente, é recomendado que se coloquem tapumes em seu entorno para evitar acidentes.

Cetesb analisa impactos de vazamento de combustível

Procedimento visa averiguar se peixes morreram e os danos ambientais gerados pelo incidente 

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) está monitorando os impactos do vazamento de cerca de dois mil litros de combustível, que aconteceu no dia 1º de agosto, no canal do estuário de Santos.

Esse procedimento será essencial para averiguar se peixes morreram por conta do ocorrido e qual é o tamanho dos danos ambientais gerados por conta desse incidente. Com os resultados, também será possível definir os valores das multas que serão aplicadas pela Autoridade Marítima. A conclusão acontecerá em 90 dias.

De acordo com a entidade, o navio Shao Shan 5, que foi a embarcação de onde ocorreu o escoamento, já deixou o Porto de Santos, após uma intensa limpeza. Além disso, os trabalhos para a retirada dos resíduos da água também já foram finalizados.

A Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), estatal que controla o Porto de Santos, está constatando se a embarcação estava cercada durante o abastecimento, conforme estabelecido pelas normas. Além disso, eles querem descobrir se o óleo passou por cima da barreira, decorrente de alguma marola ou do deslocamento da maré.

O relatório será enviado à Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), empresa responsável por aplicar as penalidades.

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Cetesb alerta populacao do Litoral Norte sobre presenca de algas toxicas

Cetesb alerta população do Litoral Norte sobre presença de algas tóxicas

A CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), emitiu um alerta sobre a presença de um tipo de alga tóxica nas praias Cocanha e Martin de Sá, em Caraguatatuba. O órgão já estava acompanhando a ocorrência de florações de microalgas bioluminescentes em Santos e constatou também a presença de outra microalga do grupo dos dinoflagelados que é potencialmente tóxica no litoral norte.

Há relatos de que nesse município, no último dia 29 de junho, moradores que consumiram mexilhões apresentaram sintomas de intoxicação com diarreia.

Técnicos da Cetesb coletaram amostras de água na quinta-feira (30), cujas análises detectaram a presença de uma microalga denominada “Dinophysis acuminata”, que pode produzir uma toxina diarreica.

Organismos marinhos filtradores, como mexilhões, podem acumular essa toxina e quando consumidos provocar intoxicação. Por este motivo, a CETESB está alertando as prefeituras da região, bem como as autoridades da saúde e do setor da pesca.

O fenômeno é similar ao registrado em Santa Catarina e no Paraná. Este fenômeno de bioluminescência, isoladamente, ocorreu nas praias de Santos despertando a curiosidade da população.

Recomendação

Nas áreas com a presença de algas tóxicas não se recomenda, preventivamente, o consumo de moluscos como mexilhões e ostras. Também é recomendável evitar contato direto com a água em que a presença da mancha avermelhada seja visível.

Além de alertar as autoridades, a Cetesb vai realizar novas coletas em diversos pontos do litoral paulista, especialmente nas áreas em que há cultivo de ostras e mexilhões.

Fique atento! Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Confira matéria na íntegra: http://www.meon.com.br/noticias/regiao/cetesb-alerta-populacao-do-litoral-norte-sobre-presenca-de-algas-toxicas

Fonte/Foto: meon.com.br