Postos de combustíveis desativados são um perigo

Em São Paulo há cerca de 825 locais com a atividade encerrada

De acordo com a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), há 825 postos de combustíveis desativados na cidade de São Paulo. Segundo especialistas, se o processo de desativação desses locais não for feito adequadamente, esses espaços tendem a se tornar perigosos, pois podem explodir a qualquer momento.

O jornal Agora publicou uma reportagem intitulada “São Paulo tem 825 postos de combustíveis desativados” no qual entrevistou profissionais que explicaram os riscos que esses postos oferecem a população.

Rogério Aparecido Machado, professor do curso de química do Mackenzie, explicou ao jornal que mesmo esvaziando os tanques, ainda fica um pequeno acúmulo de substâncias explosivas nas paredes dos recipientes.

Esse conteúdo que restou pode ocasionar explosões desencadeadas por ações simples como, por exemplo, o ascender de um cigarro. Para evitar esse problema a fiscalização teria que ser muito mais efetiva.

É necessário que se abra um processo de desativação do posto, pois, por meio disso, os donos irão cumprir uma série de normas ambientais e técnicas para a retirada do material. Caso os proprietários paralisem as atividades, mas queiram manter a estrutura para voltar ao mercado posteriormente, é recomendado que se coloquem tapumes em seu entorno para evitar acidentes.

Shopping Taboão da Serra construirão ala de acesso para Embu das Artes

No Último dia 19, a CEI (Comissão Especial de Inquérito) se reuniu com representantes do empreendimento para comemorar essa primeira conquista

Em junho, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou uma portaria autorizando o Shopping Taboão da Serra a construir uma segunda ala de acesso sobre a Rodovia Regis Bittencourt, sentido Embu das Artes.

Após essa conquista a CEI (Comissão Especial de Inquérito) realizou, no Último dia 19, uma audiência com os representantes do empreendimento para comemorar o acontecido e, ainda, discutir sobre como agilizar a autorização da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) para concluir o projeto.

A demora para o fim dessa obra se deu por causa de uma série de burocracias. Porém, agora, com a aprovação de um órgão federal tudo será feito em prol da construção da ala.

De acordo com Rinaldo Gonsalves, gerente de engenharia do Shopping Taboão, no período de, no máximo, 40 dias, será¡ encaminhado o processo solicitando o licenciamento ambiental junto à Cetesb.

De agora em diante, outras questões precisam ser analisadas pela Prefeitura como, por exemplo, as desapropriações que, inevitavelmente, serão feitas por causa dessa construção.

A ANTT determinou que as obras devem ser concluídas em 18 meses contando a partir da assinatura do Contrato de Permissão Especial de Uso.

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Cetesb analisa impactos de vazamento de combustível

Procedimento visa averiguar se peixes morreram e os danos ambientais gerados pelo incidente 

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) está monitorando os impactos do vazamento de cerca de dois mil litros de combustível, que aconteceu no dia 1º de agosto, no canal do estuário de Santos.

Esse procedimento será essencial para averiguar se peixes morreram por conta do ocorrido e qual é o tamanho dos danos ambientais gerados por conta desse incidente. Com os resultados, também será possível definir os valores das multas que serão aplicadas pela Autoridade Marítima. A conclusão acontecerá em 90 dias.

De acordo com a entidade, o navio Shao Shan 5, que foi a embarcação de onde ocorreu o escoamento, já deixou o Porto de Santos, após uma intensa limpeza. Além disso, os trabalhos para a retirada dos resíduos da água também já foram finalizados.

A Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), estatal que controla o Porto de Santos, está constatando se a embarcação estava cercada durante o abastecimento, conforme estabelecido pelas normas. Além disso, eles querem descobrir se o óleo passou por cima da barreira, decorrente de alguma marola ou do deslocamento da maré.

O relatório será enviado à Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), empresa responsável por aplicar as penalidades.

Marque uma visita técnica com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Alga tóxica é encontrada pela Cetesb

A alga tóxica encontrada em duas praias em Caraguatatuba também foi identificada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) na praia das Cigarras em São Sebastião. A Secretaria de Meio Ambiente foi notificada na quarta-feira (06/07) pelo órgão.

A alga produz uma toxina que contamina moluscos como ostras e mexilhões, que são organismos responsáveis por filtrar a água do mar. Se esses alimentos são consumidos após contaminação, causam diarreia.

Além de São Sebastião, as análises do laboratório também mostraram que a microalga tóxica está na Ponta da Praia em Santos e no Guaraú, em Peruíbe . Em Caraguá, ela foi achada nas praias Martin de Sá e Cocanha.

Segundo a Cetesb, os resultados das análises em laboratório foram comunicados às prefeituras para que seja feito um alerta aos pescadores e principalmente à população sobre necessidade de se evitar o consumo de moluscos neste período. O contato direto com a água nessas praias e onde há a presença de uma mancha avermelhada seja visível também deve ser evitado.

Prefeitura

A Secretaria de Meio Ambiente de São Sebastião informou que vai proibir a venda e consumo dos moluscos e vai alertar os banhistas sobre a situação.

A expectativa da Cetesb é que a ocorrência da alga tóxica perdure por até 30 dias. Elas foram trazidas do sul pelas costas marítimas e devem se deslocar para outras regiões costeiras ao norte ou para o alto mar.

Fique atento! Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Confira matéria na íntegra: http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=17188494

Cetesb encontra em praias do litoral de SP microalga que causa diarreia

Cetesb encontra em praias do litoral de SP microalga que causa diarreia

Microalgas foram encontradas nas praias de Santos e Peruíbe.

Cetesb recomenda que se evite contato direto com a água nesses locais.
A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) constatou a presença de microalgas tóxicas nas praias de Santos e Peruíbe, no litoral de São Paulo.

No texto, a Cetesb recomenda que se evite contato direto com a água nas praias da Ponta da Praia, em Santos, e Guaraú, em Peruíbe, além de onde outros locais onde a presença de uma mancha marrom/avermelhada seja visível.

Segundo comunicado do órgão, ligado ao governo estadual, foi constatada a presença da microalga “Dinophysis acuminata”, produtora de uma toxina que causa diarreia. A mesma microalga também foi encontrada na praia de Cigarras, em São Sebastião.

Essa toxina é encontrada em moluscos, como ostras e mexilhões, organismos marinhos que filtram a água do mar e acabam acumulando a substância em seus músculos.

De acordo com a companhia, os resultados das análises em laboratório foram comunicados ao Centro de Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde, para que as prefeituras envolvidas sejam comunicadas.

Técnicos da Cetesb acreditam que esta ocorrência pode se perdurar no litoral paulista por um período de até 30 dias, quando as algas devem se deslocar para outras regiões costeiras em direção norte ou para alto mar, dependendo das condições oceânicas.

Fique atento! Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Cetesb encontra em praias do litoral de SP microalga que causa diarreia

CETESB identificou o organismo que causa a chamada “maré vermelha” (Foto: Gisela Bello/Arquivo Pessoal)

Confira a matéria na íntegra: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2016/07/cetesb-encontra-microalga-que-causa-diarreia-em-praias-do-litoral-de-sp.html

 

Justiça Federal obriga Cetesb a proteger restinga conforme resolução do Conama

Justiça Federal obriga Cetesb a proteger restinga conforme resolução do Conama

Empresa pública, que realiza licenciamentos ambientais no âmbito estadual, alega que proteção à restinga mudou com novo código florestal, de 2012, o que não procede.

De acordo com a resolução, nas restingas, a faixa mínima de trezentos metros medida a partir da preamar máxima constitui uma área de preservação permanente, devendo, portanto, permanecer intocada onde está preservada, e ser recuperada onde foi ilegalmente degradada. A restinga reúne importantes formações vegetais das planícies litorâneas, algumas exclusivas, como é o caso da vegetação de praias, escrube e floresta baixa de restinga. Seus ambientes abrigam importantes espécies da flora e da fauna, muitas endêmicas e algumas em extinção, fornecendo alimento e abrigo para aves migratórias, conservando o solo e a configuração da linha da costa.

A ação resultou de um inquérito civil público no qual se apurou que a Cetesb estabeleceu entendimento de que, em razão da vigência do novo Código Florestal, não deveria mais aplicar o disposto na resolução Conama 303/2002 e, em especial, o art. 3º, inciso IX, que define como área de preservação permanente o espaço situado nas restingas em faixa mínima de 300 metros, medidos a partir da linha de preamar máxima. Tal entendimento foi empregado pela Cetesb em ações movidas na Justiça pelo MP/SP que, ao deparar-se com tal entendimento, decidiu apurar a questão.

Fique atento! Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Confira matéria na íntegra: http://www.mpf.mp.br/sp/sala-de-imprensa/noticias-sp/justica-federal-obriga-cetesb-a-proteger-restinga-conforme-resolucao-do-conama

Fonte/Foto: Google Earth

Técnicos da agência ambiental coletaram amostras da Água do mar na Ponta da Praia, em Santos, e na Praia do Guará, em Peruíbe

O fenômeno mar brilhante, ou bioluminescência, estão sob investigação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). No domingo (3), técnicos da agência ambiental coletaram amostras da Água do mar na Ponta da Praia, em Santos, e na Praia do Guará, em Peruíbe. O resultado deve sair no meio desta semana.

A Cetesb quer saber se junto com a microalga que causa a bioluminescência, há¡ a presença de um organismo marinho tóxico, que pode causar diarreia. A primeira investigação deu resultado negativo.

Naquela ocasião, a coleta de amostra na Ponta da Praia ocorreu no dia 27, dois dias após o relato do fenômeno ser postado em redes sociais.

No litoral norte de SP

Nas praias Martim de Sá e da Cocanha, em Caraguatatuba, a Cetesb identificou a presença da microalga toxica Dinophysis acuminata, na quinta-feira (30). No dia anterior houve relato de moradores com intoxicação alimentar, após consumo de mexilhões. As prefeituras e o setor pesqueiro do Litoral Norte receberam um alerta.

No Sul do Brasil

Segundo a Cetesb, em praias de Santa Catarina e do Paraná, o mar brilhante ocorreu associado à microalga. Nas áreas com a presença de algas tóxicas não se recomenda, preventivamente, o consumo de moluscos como mexilhões e ostras.

Também é recomendável evitar contato direto com a agua em que a presença da mancha avermelhada seja visável. Essa recomendação não chegou à Baixada Santista, porque esse organismo tóxico ainda não foi identificado em amostras da agua do mar.

Mancha vermelha

Até a noite de sábado, moradores testemunharam a visão do mar brilhante nas praias de Santos. Curiosamente, durante os dias seguidos à ocorrência do fenômeno, surgiram manchas vermelhas na Água do mar.

De acordo com o professor de Biologia Marinha da Universidade Santa Cecília (Unisanta), João Miragaia, esse acontecimento chama-se FAN, sigla para as palavras Florações de Algas Nocivas.

“Muitas dessas algas são tóxicas. Esse aumento de algas favorece o crescimento do organismo que faz a bioluminescência”.

O especialista faz questão de ressaltar que a informação é teórica, e a existência precisa ser comprovada com análises.

Outra hipótese cerca o fenômeno do mar brilhante: a de que esteja associado ao aumento de nutrientes, como nitrato ou fosfato. De acordo com Miragaia isso ocorre quando há¡ excesso de chuvas, que varrem organismos do solo continental para o mar, ou excesso de esgoto.

“No verão, quando há maior produção de esgoto pela presença de turistas, esse fenômeno ocorre porque o ambiente fica degradado por bactérias, que transformam nutrientes. Mas não há ainda uma explicação para o ocorrido agora”, ressalta.

Mar brilhante

Algas tóxicas favorecem o crescimento do organismo que causa o mar brilhante. Entre elas, a microalga causadora de diarreia, que apesar de não ter sido identificada, continua sendo pesquisada pela Cetesb.

Fique atento! Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Confira mataria na integra: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/cetesb-avalia-mar-da-regiao-para-encontrar-vestigios-de-possivel-alga-toxica/?cHash=b587d822997e3e2b7b51e3a3243dce22

Cetesb alerta populacao do Litoral Norte sobre presenca de algas toxicas

Cetesb alerta população do Litoral Norte sobre presença de algas tóxicas

A CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), emitiu um alerta sobre a presença de um tipo de alga tóxica nas praias Cocanha e Martin de Sá, em Caraguatatuba. O órgão já estava acompanhando a ocorrência de florações de microalgas bioluminescentes em Santos e constatou também a presença de outra microalga do grupo dos dinoflagelados que é potencialmente tóxica no litoral norte.

Há relatos de que nesse município, no último dia 29 de junho, moradores que consumiram mexilhões apresentaram sintomas de intoxicação com diarreia.

Técnicos da Cetesb coletaram amostras de água na quinta-feira (30), cujas análises detectaram a presença de uma microalga denominada “Dinophysis acuminata”, que pode produzir uma toxina diarreica.

Organismos marinhos filtradores, como mexilhões, podem acumular essa toxina e quando consumidos provocar intoxicação. Por este motivo, a CETESB está alertando as prefeituras da região, bem como as autoridades da saúde e do setor da pesca.

O fenômeno é similar ao registrado em Santa Catarina e no Paraná. Este fenômeno de bioluminescência, isoladamente, ocorreu nas praias de Santos despertando a curiosidade da população.

Recomendação

Nas áreas com a presença de algas tóxicas não se recomenda, preventivamente, o consumo de moluscos como mexilhões e ostras. Também é recomendável evitar contato direto com a água em que a presença da mancha avermelhada seja visível.

Além de alertar as autoridades, a Cetesb vai realizar novas coletas em diversos pontos do litoral paulista, especialmente nas áreas em que há cultivo de ostras e mexilhões.

Fique atento! Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Confira matéria na íntegra: http://www.meon.com.br/noticias/regiao/cetesb-alerta-populacao-do-litoral-norte-sobre-presenca-de-algas-toxicas

Fonte/Foto: meon.com.br

Mancha vermelha no mar está associada a fenômeno da onda fluorescente

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Cetesb fez avaliação na Ponta da Praia e identificou a presença de organismos bioluminescentes.

A mancha vermelha que foi vista por banhistas no mar de Santos, ao longo da semana, está associada ao mesmo fenômeno que provocou a onda azul fluorescente.

A informação é da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que realizou uma coleta no último dia 27 de junho, na Ponta da Praia, com o objetivo de identificar o organismo responsável pelo episódio.

De acordo com informações da Cetesb, na amostra analisada foi observado um número elevado do organismo Noctiluca scintillans. Trata-se de um dinoflagelado unicelular, que pode ser considerado grande em comparação a outros organismos do fitoplâncton, chegando a 1 milímetro.

Esses organismos bioluminescentes estão frequentemente associados a florações marinhas (maré vermelha) e ocorrem naturalmente em várias regiões do mundo. Em altas densidades, podem estar associados à mortandade de peixes e outros organismos, explica a Cetesb. O efeito luminescente é mais visível à noite, em função da baixa luminosidade, e ocorre quando há agitação da água.

A espécie, apesar de não ser considerada tóxica, segundo a Cetesb, pode causar irritação na pele. Por isso, a recomendação é para que banhistas evitem o contato com a água neste período.

Não deixe que isso aconteça! Evite qualquer tipo de multa ou lacração!

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Confira matéria na íntegra: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/mancha-vermelha-no-mar-esta-associada-a-fenomeno-da-onda-fluorescente/?cHash=e5a55c9917dc3e21c3cce2dff17fa204

Operação Fumaça Preta autua 18 motoristas

Uma operação conjunta autuou 18 motoristas, entre 9h15 e 14h de ontem, por estarem com seus veículos com nível indevido de emissão de fumaça. Ao todo, foram analisados 516 caminhões e caminhonetes movidos a diesel. A blitz, chamada “Fumaça Preta”, é realizada pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e Polícia Rodoviária.

As análises foram feitas de duas maneiras, como explica Joselito Elias Correa, coordenador da operação e técnico ambiental da Cetesb, sendo uma pelo método de Escala de Ringelmann, que é a fiscalização feita visualmente através de uma escala com cinco graduações de cores, variando do cinza claro ao preto. “Nessa mediação nós conseguimos multar sem a necessidade de parar o caminhão”, afirma. Alguns veículos, de forma aleatória, são selecionados para passarem pelo teste do opacô­metro, que conta com a ajuda de sistemas eletrônicos.

Daniel Schimidt, gerente do setor de controle de emissões veiculares da Cetesb, destaca que muitas vezes um veículo é aprovado na Escala de Ringelmann, mas no teste mais rigoroso são detectados outros poluentes que não estão ligados diretamente à cor da fumaça. Schimidt orienta que no caso dos motoristas que tiveram seus veículos multados pela primeira vez, há chance de reduzir o valor em 70%, mas para isso, ele deve comprovar, posteriormente, mediante apresentação de um relatório técnico, a realização da manutenção do veículo em uma das oficinas credenciadas pela Cetesb.

A lista com os estabelecimentos habilitados pode ser encontrada no site do órgão. Já em caso de reincidência, o motorista não tem esse direito e pagará o valor da multa em dobro, podendo chegar a até R$ 11.304. A primeira multa é no valor R$ 1.413, que corresponde a 60 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesp).

A bióloga Ana Marisa Gonçalves Rodrigues, da Sema, conta que desde 2010, quando começaram as operações “Fumaça Preta”, a quantidade de veículos movidos à diesel em desconformidade passou de 11% para 3,5% em 2015. “É importante que o motorista mantenha o motor do caminhão regulado, faça revisão e abasteça com combustível de boa qualidade.” Agentes da Sema colaboraram nas fiscalizações e orientaram os motoristas, autuados ou não.

Insatisfação

O caminhoneiro Osvaldo de Lima Filadelfia, 60, de Itu, foi um dos autuados e ficou insatisfeito com a blitz. “Já fui multado uma vez, fui na oficina que mandaram, mas ate agora não recebi o laudo. O sistema deles é muito falho”, afirma. O motorista diz que seu caminhão está com a manutenção em dia, mas pensa em parar com a atividade, pois, justifica, vem tendo muito prejuízo.

Já Valdemar Moreira Vidal, 44, afirma que parte da fumaça preta emitida é por conta do combustível. “Eu entendo que do mesmo jeito que eu estou trabalhando, eles também só estão fazendo o trabalho deles, mas tinham que intensificar as operações nos postos de combustível.” Vidal, que é de Indaiatuba, conta que já foi autuado uma vez e que, embora não tenha recebido pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), precisou pagar a multa para conseguir licenciar o veículo.

Não deixe que isso aconteça Evite qualquer tipo de multa ou lacração

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Veja a matéria na integra: http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/709519/operacao-fumaca-preta-autua-18-motoristas

Fonte/Foto: Luiz Setti