Brás possui lojas e estabelecimentos sem AVCB

A situação é preocupante, pois interfere na segurança de lojistas e consumidores

O Brás é famoso por reunir um forte comércio popular. Nessa área, localizada na região central de São Paulo, é possível encontrar variados produtos, com especial destaque ao setor têxtil, a preços bastante rentáveis.

No entanto, a realidade desses estabelecimentos e shoppings, situados no bairro, é alarmante. A maioria deles não possui o mínimo de segurança exigido por lei.

Em uma recente matéria feita pelo SPTV (Primeira Edição) demonstrou que nessa localidade há enormes lojas abertas e obras sendo realizadas sem o devido Alvará de Funcionamento. Por ali, há, ainda, shoppings abertos sem qualquer segurança para as pessoas e sem licença da Prefeitura.

A rua São Caetano, localizada nessa área da cidade e que tem, aproximadamente 1 km de extensão, possui apenas 10 lojas regulares, ou seja, com o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), documento fundamental o exercício das atividades.

A equipe de reportagem entrou em contato com o Corpo de Bombeiros que apresentou dados surpreendentes. No ano passado a corporação atendeu cerca de 10 ocorrências de incêndio na região do Brás, a maioria delas em lojas de vestuários, onde há materiais bastante inflamáveis.

Nessa região é notório a falta de segurança em qualquer estabelecimento. De acordo com um levantamento solicitado pela equipe do SPTV, baseado na lei de acesso a informação, em dezembro, dos 73 shoppings consultados, 48 não tinham alvará e 10 já tinham sido multados.

A ausência do AVCB e do Alvará de Funcionamento em lojas e demais estabelecimentos é um erro grave da parte dos proprietários, visto que coloca em risco a segurança e a vida das pessoas que circulam por esses ambientes, diariamente.

Para que imprevistos trágicos não ocorram, o ideal é que os empresários estejam atentos as obrigatoriedades que visam a regulamentação de seus negócios. Nesse aspecto, e por se tratar de inúmeros documentos, recomenda-se a contratação de empresas privadas que possam emitir, juntamente com os órgãos competentes, todas as certificações necessárias.

A Register, por exemplo, é uma das empresas mais conceituadas no segmento de regulamentação empresarial. Os profissionais que trabalham na companhia estão aptos a ajudar seus clientes a desenvolverem seus negócios sem impedimentos fiscais.

Assista a matéria do SPTV, na íntegra, clicando aqui

Crédito da foto: globo.com / G1

Documentos essenciais para a empresa

Alvará de Funcionamento, AVCB e CMVS são apenas algumas das certificações obrigatórias.

O ato de abrir uma empresa vai muito além da boa vontade do empreendedor e de suas boas ideias, afinal, essa ação deve ter um planejamento amplo, bem como o conhecimento de leis e documentos que são obrigatórios para o bom funcionamento do negócio.

Nesse aspecto, antes de iniciar qualquer tipo de negócio é preciso saber que a lista de documentos necessários é grande. Além do CNPJ, contrato social e demais processos, o empresário deve evitar multas e demais imprevistos que tendem a atrapalhar o progresso e o sucesso da empresa. Isso só é possível com a emissão de certificações essenciais para o pleno funcionamento do negócio.

Diante de uma fiscalização dos agentes ficais dos órgãos públicos competentes, o empreendedor precisa ter em mãos o Alvará de Funcionamento e o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Dependendo do CNAE da empresa, há outros documentos obrigatórios como o registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o CMVS (Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde), a licença ambiental concedida pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e demais certificações complementares.

O processo de regulamentação empresarial gera inúmeras dúvidas ao empresário. Geralmente, o empreendedor se sente perdido quando autuado e não sabe, ao certo, por onde começar. Para ajudar nessa quesito, explicaremos a seguir o que é, e para que serve alguns desses cadastros, registros e documentos essenciais para o negócio. Acompanhe.

Alvará de Funcionamento – Toda empresa, antes de iniciar as suas atividades, precisa desse documento. No entanto, é necessário entender que há uma diferença entre Alvará e Licença de Funcionamento.

O primeiro é obrigatório em imóveis onde a lotação é acima de 250 pessoas. Já o segundo restringe-se a locais onde a concentração de indivíduos é de até 249 cidadãos.

Além disso, eles se dividem em Definitivo (Quando o imóvel está regular na Prefeitura) e Condicionado (Quando ainda faltam documentações que regularizam o local na Prefeitura).

AVCB – Essa certificação é emitida pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo e é um comprovante de que o local passou por uma vistoria e, portanto, está de acordo com as normas de segurança contra incêndios.

O documento é fundamental para as empresas, pois, caso ocorra algum incêndio ele será cobrado pela seguradora e, na sua falta, a mesma poderá se recusar a pagar os danos causados pelo sinistro.

CMVS – Esse cadastro é obrigatório em empresas que trabalham com equipamentos e segmentos que visam a saúde pública. Geralmente, estabelecimentos que atuam com alimentação, cosméticos, medicamentos e demais atividades nesse segmento, vai precisar do CMVS.

O CNAE da empresa é que vai determinar a obrigatoriedade desse cadastro.

Na página da Register Corporation do Brasil há mais informações a respeito das documentações necessárias para o seu negócio. A empresa é uma instituição privada que auxilia empresários a regulamentarem suas atividades.

 

Crédito da foto: Freepik.com

Matéria: Ana Paula Rego/Wintime

Regulamentar a empresa evita penalidades

A Register conversa, diariamente, com cerca de 30 empresários que precisam, urgentemente, de documentações essenciais para o funcionamento do seu negócio

Você já imaginou ter a sua empresa (construída com tanto esforço e dedicação), fechada por falta de regulamentação? Atualmente, essa é a situação de milhares de empresários que tiveram os seus estabelecimentos multados, e lacrados, por não possuir os documentos necessários para o pleno funcionamento de suas atividades.

A falta de Alvará de Funcionamento, AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), CMVS (Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde), entre outros documentos importantes tem gerado autuações pesadas aos empreendedores que, quando recebem a visita dos agentes fiscais, recorrem as empresas privadas de regulamentação com o intuito de ter a sua situação resolvida com agilidade e, também, com o auxílio de profissionais experientes no segmento.

A Register, por exemplo, conversa diariamente com cerca de 30 empresários que precisam normatizar os seus negócios e, por isso, entram em contato (ou são contatados pelo departamento de vendas internas da empresa), para tirar dúvidas e/ou contratar os serviços da companhia.

De acordo com Weberton Neiva Damião, supervisor de vendas internas da Register, a maioria das pessoas que ligam para a empresa querem saber sobre os prazos para a emissão dos documentos, afinal, o público é variado e geralmente precisa, com urgência, dessas certificações “Os contatos receptivos são feitos por pessoas que querem regularizar os seus negócios porque já foram notificados pela Prefeitura ou, também, porque desejam fazer parcerias com outras empresas e, por isso, precisam ter a documentação em dia. No entanto também ligo para empresários que já foram multados, para que eles possam regularizar, o quanto antes, o seu negócio com a gente”, explica.

O departamento de vendas internas da Register conta com profissionais altamente qualificados para orientar e oferecer as melhores soluções para os empreendedores, visto que o foco principal da empresa é, sempre, a satisfação do cliente. Assim, é imprescindível compreender o que o cliente deseja para poder ajuda-lo assertivamente “Precisamos entender a necessidade do cliente. Dessa forma, conseguimos captar as suas dúvidas para poder responder de forma rápida e objetiva sobre tudo o que ele questionar. Tentamos, também, negociar valores da melhor forma possível”, ressalta Damião.

 

Foto: Freepik.com

Estratégias digitais da Register visam a informação e a interação dos clientes

Vídeos explicam o que é Alvará de Funcionamento, AVCB, CMVS e registro na Anvisa

A Register Corporation do Brasil vem conquistando cada vez mais espaço no segmento de regulamentação empresarial. Isso é fruto não só do seu profissionalismo e expertise no mercado, mas, também, por suas assertivas estratégias de marketing.

Objetivando, sempre, informar seus clientes sobre a importância de ter uma empresa normatizada, a Register tem trabalhado, pesadamente, com conteúdos explicativos, dispostos em landing pages (páginas especiais que transformam os contatos em clientes em potencial, por meio de informações diferenciadas) sobre Alvará de Funcionamento, AVCB, CMVS e Registro na Anvisa, afinal, esses documentos, bem como o conjunto de outras certificações, são fundamentais para o pleno funcionamento do negócio.

Além dos textos, as pessoas vão poder assistir vídeos elucidativos, e curtos, sobre cada uma dessas certificações.  A Wintime Publicidade é a agência que criou e produziu os pequenos filmes, bem como todas as outras campanhas da Register.

Para Júlio Lima, diretor de marketing da Wintime, todas essas estratégias digitais, pensadas para o seu cliente, são de suma importância para o público, pois as pessoas estão cada vez mais dependentes da internet “O consumidor não quer mais ser convencido e, sim, encantado. Por isso a necessidade de levar informação de qualidade e que esclareçam dúvidas, especificamente, sobre regulamentação empresarial que é algo extremamente burocrático. Essas ferramentas facilitam o entendimento permitindo que o público-alvo da Register encontre rapidamente uma grande oportunidade de solucionar seus problemas por meio da empresa”, explica ele.

Essa semana, já está no ar o vídeo sobre Alvará de Funcionamento. Ele pode ser assistido na landing page da Register que trata sobre o assunto.

Ao optar pelos vídeos, a Register consegue atingir um público maior de empresários “De certa forma quando se fala em regulamentação empresarial, estamos falando de um item um pouco pesado, por isso os vídeos fazem sentido, pois não são apenas filmes autoexplicativos, eles trazem também bastante interatividade”, ressalta Júlio Lima.

Os próximos filmes serão liberados com um prazo de 10 dias entre um e outro. Segundo Lima, essa é uma estratégia “para que cada vídeo tenha um estágio aderente de maturação perante a internet”.

Com as ações de marketing digital que estão sendo desenvolvidas, muitos negócios tendem a ser atraídos por meio da internet, assim, a Register tem como meta crescer cerca de 300% somente no primeiro semestre desse ano.

Muitas outras ações estão sendo pensadas pela agência para auxiliar as pessoas a entenderem a importância da regulamentação empresarial. Até o final do ano, a Register apresentará novas campanhas que auxiliarão empreendedores a deixar a sua empresa regular e, portanto, longe de problemas fiscais “Garanto que estamos apenas no começo, muitas peças estão por vir e as novidades que traremos são simplesmente excitantes”, finaliza Júlio Lima

 

Matéria: Ana Paula Rego /Editora-chefe

Imagem: Diogo Batista / Designer

Procon Estadual autua estabelecimentos de Botafogo e Icaraí

Muitos lugares estavam sem certificados importantes e apresentavam produtos vencidos e sem especificação

No dia 15 de agosto, o Procon Estadual, que está ligado à Secretaria de estado de Governo, realizou uma nova ação da Operação Mutley, que tem como objetivo fiscalizar bares e restaurantes instalados na região.

Com isso, mais 12 estabelecimentos, quatro em Icaraí, Niterói, e oito em Botafogo, no Rio de Janeiro, foram autuados, resultando no descarte de cerca de 50 quilos de alimentos impróprios para consumo.

Confira quais foram os locais penalizados e mais informações sobre o procedimento:

  • Harad – Rua Nelson Mandela, 100, loja 103 – O estabelecimento não apresentava o livro de reclamações, CDC para consulta, manual de boas práticas, cardápio em Braille, certificado do Corpo de Bombeiros e de dedetização, bem como os cartazes Disque 151 e 180. Além disso, foram encontrados mini kibes, mini kaftas e linguiças de cordeiro sem especificação. Os produtos também estavam mal armazenados.
  • Le Depanneur – Rua Voluntários da Pátria, 86, loja A/B – Diversos itens foram encontrados sem informações na cozinha e ingredientes vencidos na câmara e no estoque seco. O manual de boas práticas e o cardápio em Braille não foram disponibilizados.
  • Liceu – Rua Nelson Mandela, 100, loja 104 – Ausência do registro de potabilidade da água, na qual foi determinada a higienização em 24 horas e a apresentação em 15 dias. Além disso, foi decretada a dedetização imediata e a exposição do certificado. O cardápio em Braille também estava em falta, assim como o cartaz Disque 180. O barril de chope estava em contato direto com o chão.
  • Boteco Colarinho – Rua Nelson Mandela, 100, loja 127 – O estabelecimento contava com uma lista de produtos vencidos e pisos quebrados na cozinha e na câmara. Não foram encontrados o cartaz Disque 180, nem o cardápio em Braille e o livro de reclamações não estava autenticado.
  • Boteco Confraria – Rua Leandro Mota, 148 – Ausência de cardápio em Braille e cartaz Disque 180. Além disso, uma reclamação realizada no dia 12 de fevereiro de 2016 não foi encaminhada ao Procon-RJ.
  • Cafofo Pub – Rua Nelson Mandela, 100, loja 106 – O cardápio em Braille, bem como os cartazes Disque 180, do livro de reclamações e informativo sobre o fornecimento de água potável e filtrada gratuitamente, não estavam disponíveis. A falta do certificado de potabilidade resultou na limpeza imediata e apresentação do documento em até 15 dias. Além disso, o telefone e o endereço do Procon-RJ não constavam no cupom fiscal.
  • O Japa – Rua Leandro Mota, 144 – A casa não contém cardápio em Braille e cartaz Disque 180.
  • Orienthai – Rua Nelson Mandela, 100, loja 107 – Ausência do alvará de funcionamento, manual de boas práticas, cartazes Disque 151 e 180, cardápio em Braille e informativo sobre o fornecimento de água potável gratuitamente. Também armazenava produtos sem especificação.
  • Vizinhando – Rua Nelson Mandela, 100, loja 124 – O lugar não apresentava o certificado do Corpo de Bombeiros.
  • Deck Jardim – Rua Doutor Leandro Mota, 138 – Foram encontrados produtos vencidos. Alguns itens foram retirados de uma geladeira com temperatura de 16° C e realocados em outra mais fria. O cardápio em Braille e o cartaz Disque 180 estavam em falta.
  • Mahalo Sucos – Rua Nelson Mandela, 100, loja 120 – O alvará provisório estava com a data expirada e não foram encontrados os cartazes Disque 180 e de gratuidade da água. Para completar, eram expostos itens sem especificação.
  • Cuzco – Rua Doutor Leandro Mota, 141 – Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros, cardápio em Braille e cartaz Disque 180.

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Escola de Magia e Bruxaria acontece após regularização de hotel

O evento, que aconteceria em junho, em Campos do Jordão, teve de ser cancelado por falta de Alvará de Funcionamento e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

Com a interdição do hotel Castelo, instalado em Campos de Jordão, São Paulo, a Escola de Magia e Bruxaria teve que cancelar o seu primeiro encontro, que aconteceria no local, em junho. Porém, no final de semana passado, após reversão da ordem judicial, foi realizado o tão aguardado evento.

Em média, 115 alunos participaram da atração, que tem como objetivo levar a essas crianças e jovens, experiências inspiradas na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, de Harry Potter.

A instituição informou que teve um prejuízo de cerca de R$ 70 mil por causa do cancelamento, que aconteceu por falta de Alvará de Funcionamento e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Os alunos, que vinham de todas as partes do Brasil, foram avisados apenas um dia antes sobre o adiamento. Assim, os realizadores se propuseram a remarcar, bem como reembolsar aqueles que haviam gastado dinheiro com locomoção e estadia. A organização também custeou o transporte das pessoas que reagendaram e os que optaram por não participar mais do evento, receberão o dinheiro de volta no prazo de 30 dias úteis após o pedido.

O hotel conseguiu o Alvará de Funcionamento provisório da Prefeitura de Campos de Jordão um mês depois da interdição, o que possibilitou sua reabertura e a realização da atração.

Não deixe que isso aconteça! Evite qualquer tipo de multa ou lacração!

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento estão nas normas exigidas pelas autoridades, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Obras olí­mpicas liberadas sem o último alvará

De acordo com documento assinado pelo prefeito do Rio, as arenas que serão utilizadas nos jogos olímpicos não precisarão do “Habite-se”

No último dia 11, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou um decreto que reduz as exigências para aprovar as obras nas instalações esportivas que serão usadas nas Olimpíadas. De acordo com esse documento, as novas arenas não precisarão do “Habite-se”, que é o último alvará concedido pelas autoridades municipais para que as construções sejam liberadas para a utilização.

Segundo matéria sobre o assunto, divulgada pelo portal UOL, essa medida, feita em caráter extraordinário para o evento, tem como base uma declaração assinada pelo próprio engenheiro responsável pela obra. Cabe ressaltar que também é necessário a aprovação do Corpo de Bombeiros, assim como da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Companhia de Engenharia de Tráfego.

O Crea-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio) alertou sobre os riscos à segurança que essa medida pode causar. Já a Prefeitura do Rio de Janeiro, por sua vez, emitiu uma nota oficial na qual explica que todos os procedimentos técnicos foram realizados para garantir a total integridade física das pessoas que participarão das Olimpíadas.

Esse mesmo documento ressaltou que as arenas passarão por mudanças após o evento e, na ocasião, o alvará será exigido.

Não deixe que isso aconteça!

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento estão nas normas exigidas pelo Corpo de Bombeiros, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Fonte: http://olimpiadas.uol.com.br/noticias/redacao/2016/07/14/rio-reduz-exigencias-para-aprovacao-de-arenas-da-rio-2016-crea-rj-ve-risco.htm

Casa noturna é interditada por falta de AVCB

O local, situado na cidade de Santos, não possui Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e nem Alvará

A casa noturna “Casarão Swing Club” localizada no José© Menino, em Santos, foi interditada. De acordo com o MPE (Ministério Público Estadual) o estabelecimento estão em desacordo com o Código de Postura do Município, o que coloca em risco a segurança do publico.

Por não apresentar AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e nem Alvará da Prefeitura, o juiz Frederico dos Santos Messias, da 4ª Vara Cí­vel da Cidade, decidiu interromper os serviços prestados no local e fechar a casa. Essa medida se estenderá até que os proprietários regularizem a situação.

O magistrado ainda solicitou que os donos coloquem um comunicado na fachada do estabelecimento informando sobre sua interdição. O não cumprimento dessa decisão judicial implicará¡ em multa diária de R$ 50 mil, tendo como limite de R$ 150 mil.

O local

O Casarão Swing Club define-se, em seu site, como um novo conceito de casa noturna, mais liberal e voltado para todos os gêneros. Mesmo sem autorização para funcionar o local tinha pista de dança, ambiente para relacionamento coletivo e, ainda, cabines de toque.

No site ainda é possível ter acesso a regras de como os solteiros e os casais deveriam se comportar no local.

O Tribuna.com.br, pagina na qual a noti­cia foi divulgada, tentou contato com os donos da casa, mas ate a publicação da matéria (22/07) não obteve nenhum retorno.

Não deixe que isso aconteça! Evite qualquer tipo de interdição!

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento estão nas normas exigidas pelo Corpo de Bombeiros, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no numero: 4020-0099.

Teatro Municipal de Franca não tem AVCB

De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade, o local oferece riscos ao público que o frequenta

O Teatro Municipal de Franca está funcionando sem oferecer nenhuma condição de segurança ao público que assiste os espetáculos apresentados no local. Segundo o Corpo de Bombeiros da cidade, não há condições favoráveis para evitar feridos em casos de incêndio, por exemplo.

No último dia 28, uma vistoria técnica foi feita e atestou uma série de irregularidades na saída de emergência, nas bombas de incêndio e nos corrimãos. Diante disso, o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiro), que é um documento fundamental para a elaboração do alvará de funcionamento, não foi liberado.

Essa situação vem se alastrando a 1 ano, pois em junho de 2015, o Corpo de Bombeiros já havia alertado a Prefeitura sobre esses mesmos problemas e, inclusive, notificou os responsáveis para que tomassem providências. No entanto, todos os alertas foram ignorados. Desde então muitos eventos aconteceram sem que houvesse o mínimo de segurança para as pessoas que ali estiveram.

O Corpo de Bombeiros informou que a responsabilidade agora é da Prefeitura e que não tem nenhuma competência legal para interditar o prédio.

A Prefeitura, por sua vez, disse em nota que já está ciente dos problemas e ressaltou que a Secretária de Planejamento já elaborou os projetos necessários para adequar o local.

Esses projetos já foram encaminhados à Feac (Fundação de Esporte, Arte e Cultura), que é responsável pela administração do Teatro, para que as reformas sejam providenciadas, porém, até o momento não há data definida para o início das obras.

Sobre o Teatro Municipal

Inaugurado em 1979, o Teatro Municipal de Franca tem capacidade para 389 pessoas. Em 2010 passou por uma grande reforma que custou, em média, R$ 950 mil. Em 2013 sofreu um curto-circuito nas instalações elétricas e por causa disso ficou fechado por 4 meses.

No ano passado, a Prefeitura se comprometeu a realizar melhorias nesse espaço, porém até o momento nada foi feito.

Não deixe que isso aconteça! Evite qualquer tipo de multa ou lacração!

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Prédios das delegacias e IML de Santos continuam irregulares

Prédios das delegacias e IML de Santos continuam irregulares

Unidades operam sem AVCB ou Projeto Técnico de Segurança.

Todas as delegacias e o Instituto Médico Legal (IML) de Santos continuam irregulares, após denúncia, no dia 6 de junho, que os prédios não têm o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) ou Projeto Técnico de Segurança contra Incêndio. A situação foi constatada pelo Corpo de Bombeiros, a pedidos do Sindicato dos Policiais Civis de Santos e Região (Sinpolsan).

Na ocasião, o Sinpolsan informou que entrou com uma ação no Ministério Público para que fossem tomadas as medidas necessárias. A entidade também solicitou a instauração de um inquérito para apurar o caso.

O que foi feito

A Superintendência da Polícia Técnico-Científica informou que, depois de reformar o Instituto Médico Legal (IML) de Santos, foi solicitada e realizada uma vistoria do Corpo de Bombeiros. O imóvel, no entanto, precisa realizar algumas adequações, que,  segundo o órgão, já estão sendo providenciadas e deverão ser finalizadas nos próximos dias, quando será solicitada nova vistoria.

Quanto aos prédios da Polícia Civil de Santos, a novidade fica pelo fato do 2º DP ter conseguido o AVCB – o prédio, no entanto, ainda não tem o Projeto Técnico de Segurança. Já os imóveis alugados pelo Estado, onde funcionam caso do 4º e 3º DPs, tiveram os respectivos proprietários notificados a regularizar o Auto de Vistoria.

A Prefeitura de Santos, por sua vez, diz aguardar o encaminhamento da documentação acompanhada do AVCB feito pelo Corpo de Bombeiros.

Situação é antiga

De acordo com informações do sindicato, desde 2015 a entidade tem entrado com ações judiciais devido à situação precária das unidades policiais. Em junho do ano passado o Sinpolsan, inclusive, chegou a pedir a interdição do Palácio da Polícia, após um engenheiro emitir um laudo atestando as “condições deploráveis do local”. O juiz negou.

A entidade recorreu e o processo segue tramitando. Com a resposta do Corpo de Bombeiros em relação ao AVCB, foi solicitada aceleração na análise do julgamento da interdição.

Não deixe que isso aconteça com a sua empresa! Evite qualquer tipo de multa ou lacração!

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas pela Vigilância Sanitária, entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.

Confira matéria na íntegra: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/santos/predios-das-delegacias-e-iml-de-santos-continuam-irregulares/?cHash=8690fef49128215ce6b0472b1a6a4a91