Estratégias digitais da Register visam a informação e a interação dos clientes

Vídeos explicam o que é Alvará de Funcionamento, AVCB, CMVS e registro na Anvisa

A Register Corporation do Brasil vem conquistando cada vez mais espaço no segmento de regulamentação empresarial. Isso é fruto não só do seu profissionalismo e expertise no mercado, mas, também, por suas assertivas estratégias de marketing.

Objetivando, sempre, informar seus clientes sobre a importância de ter uma empresa normatizada, a Register tem trabalhado, pesadamente, com conteúdos explicativos, dispostos em landing pages (páginas especiais que transformam os contatos em clientes em potencial, por meio de informações diferenciadas) sobre Alvará de Funcionamento, AVCB, CMVS e Registro na Anvisa, afinal, esses documentos, bem como o conjunto de outras certificações, são fundamentais para o pleno funcionamento do negócio.

Além dos textos, as pessoas vão poder assistir vídeos elucidativos, e curtos, sobre cada uma dessas certificações.  A Wintime Publicidade é a agência que criou e produziu os pequenos filmes, bem como todas as outras campanhas da Register.

Para Júlio Lima, diretor de marketing da Wintime, todas essas estratégias digitais, pensadas para o seu cliente, são de suma importância para o público, pois as pessoas estão cada vez mais dependentes da internet “O consumidor não quer mais ser convencido e, sim, encantado. Por isso a necessidade de levar informação de qualidade e que esclareçam dúvidas, especificamente, sobre regulamentação empresarial que é algo extremamente burocrático. Essas ferramentas facilitam o entendimento permitindo que o público-alvo da Register encontre rapidamente uma grande oportunidade de solucionar seus problemas por meio da empresa”, explica ele.

Essa semana, já está no ar o vídeo sobre Alvará de Funcionamento. Ele pode ser assistido na landing page da Register que trata sobre o assunto.

Ao optar pelos vídeos, a Register consegue atingir um público maior de empresários “De certa forma quando se fala em regulamentação empresarial, estamos falando de um item um pouco pesado, por isso os vídeos fazem sentido, pois não são apenas filmes autoexplicativos, eles trazem também bastante interatividade”, ressalta Júlio Lima.

Os próximos filmes serão liberados com um prazo de 10 dias entre um e outro. Segundo Lima, essa é uma estratégia “para que cada vídeo tenha um estágio aderente de maturação perante a internet”.

Com as ações de marketing digital que estão sendo desenvolvidas, muitos negócios tendem a ser atraídos por meio da internet, assim, a Register tem como meta crescer cerca de 300% somente no primeiro semestre desse ano.

Muitas outras ações estão sendo pensadas pela agência para auxiliar as pessoas a entenderem a importância da regulamentação empresarial. Até o final do ano, a Register apresentará novas campanhas que auxiliarão empreendedores a deixar a sua empresa regular e, portanto, longe de problemas fiscais “Garanto que estamos apenas no começo, muitas peças estão por vir e as novidades que traremos são simplesmente excitantes”, finaliza Júlio Lima

 

Matéria: Ana Paula Rego /Editora-chefe

Imagem: Diogo Batista / Designer

Venda de algas marinhas é suspensa pela Anvisa

Cinco marcas apresentaram resultados insatisfatórios

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a distribuição e comercialização de algas marinhas importadas. Diante disso, cinco marcas estão suspensas pelo órgão.

Essa ação é decorrente dos resultados insatisfatórios apresentados nos testes de rotulagem e contaminantes inorgânicos. Nessa avaliação também foi detectado a presença de cádmio acima do limite máximo tolerado.

Abaixo seguem as marcas e os importadores que foram autuados:

Produto: Alga Marinha Desidratada – Marca: JiaZhiWelFood – Importado por Mercearia e Bomboniere Towa Ltda

Produto: Alga Marinha Desidratada – Marca: Oriental Brasil – Importado por Oriental Brasil Ind. E Com. De Alimentos Ltda.

Produto: Alga Marinha Yakinori – Marca: Sukina – Importado por Hanaro Comercial Importadora e Exportadora Ltda.

Produto: Alga Marinha Desidratada YakiSushiNori – Marca: Fukumatsu – Importado por Comércio de Produtos Alimentícios Fukumatsu Ltda.

Produto: Alga Marinha Yakinori – Marca: Edomae Yakinori – Importado por Sidchen Comercial Importadora Ltda.

Novo remédio para convulsão é autorizado pela Anvisa

O medicamento poderá ser usado por crianças com idade a partir de 4 anos

Pais de crianças com síndrome de Lennox-Gastaut e adultos portadores desse mesmo problema terão o auxílio de um novo medicamento, trata-se do Inovelon (rufinamida) que será fabricado pela empresa Bushu Pharmaceuticals Limited, localizada no Japão. No Brasil, a titular do registro é a empresa Esai Laboratórios Ltda, situada em São Paulo

O remédio irá ajudar os pacientes no tratamento das convulsões, afinal, essa doença é uma das formas mais raras e graves de epilepsia que se manifesta na infância e pode aparecer, também, na idade adulta. O fármaco foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e é indicado para crianças a partir de 4 anos de idade e com mais de 18 kg e para adultos.

A Anvisa tem dado prioridade na análise de medicamentos novos. O intuito é aumentar as opções de tratamento. Frente a isso, remédios originais e genéricos podem ser comercializados no mercado em um tempo menor.

Dois lotes de Fluoxetina foram proibidos pela Anvisa

A empresa terá que recolher todo o estoque disponível no mercado

Por decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no dia 9 de setembro foi proibida a distribuição, a comercialização e o consumo de dois lotes do antidepressivo Cloridrato de Fluoxetina.

A amostragem do lote 593815, que tem validade a vencer em abril de 2017, continha um corpo estranho em blíster, enquanto o lote 612915, que tem validade a vencer em setembro de 2017, apresentou blísteres sem rótulo.

Diante desse quadro, a resolução RE 2.432/16, que impede a circulação da droga, também determina que a organização recolha todo o estoque do produto disponível no mercado, o que já está sendo feito.

Medicamento para a perda de visão são aprovado pela Anvisa

O Avastin poderá ser encontrado no SUS

Quem sofre de DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade), condição que compromete a visão e acomete pessoas a partir dos 50 anos, terá uma nova opção de tratamento pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Isso acontece porque a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou a utilização do Avastin (Bevacizumabe) na rede pública de saúde.

O Avastin era usado para evitar o crescimento de células cancerígenas. Porém, os cientistas descobriram que o medicamento também tinha ação efetiva no tratamento de doenças provocadas pelo aparecimento, anormal, de vasos sanguíneos na retina.

A autorização dada pela Anvisa é resultado de uma solicitação feita pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias) no SUS, do Ministério da Saúde à Agência. Eles tiveram como base para esse pedido, os diversos estudos científicos sobre o efeito da Bevacizumabe no desenvolvimento da DMRI.

Motéis do Leblon apresentaram irregularidades

O Procon vistoriou esses locais e encontrou alimentos vencidos e demais problemas

No último dia 12, o Procon vistoriou três motéis localizados no Leblon, zona sul do Rio. Na ocasião, o órgão encontrou problemas e irregularidades em todos eles. O “Nosso Hotel” e o “Vips”, por exemplo, não tinham quartos adaptados para pessoas portadoras de deficiência física.

Já no “Shalimar”, o problema foi bem mais abrangente, pois além de ter alimentos impróprios para o consumo, o local ainda não apresentou alvará de funcionamento e certificado de dedetização.

No mês passado, o Procon Estadual já havia autuado 12 restaurantes situados na orla de Copacabana. Os fiscais descartaram 41 kg de alimentos e 25 litros de chopes impróprios para o consumo.

Ainda, nessa mesma fiscalização, dos 12 estabelecimentos autuados, 10 não tinham documentos ou cartazes previstos em lei, como o certificado do Corpo de Bombeiros, o Manual de Boas Práticas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o cardápio em braille, além dos cartazes de oferta de água potável gratuita aos clientes e da campanha de combate à violência da mulher.

Agrotóxicos são proibidos pela Anvisa

As substâncias à base de Parationa Metílica serão recolhidos do mercado

Desde o dia 1º de setembro a Parationa Metílica está proibida no Brasil. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) concluiu que os ingredientes ativos dessa substância se enquadravam nos critérios proibitivos de registro, conforme determinado na legislação brasileira. Desse modo, dois defensivos serão retirados do mercado: o Paracap 450 CS e o Folisuper 600 BR.

Esses agrotóxicos eram utilizados na agricultura para combater os insetos existentes nas plantações de algodão e soja. Porém, de acordo com informações da Anvisa, a Parationa Metílica é perigosa aos seres humanos, pois causa danos ao sistema reprodutor, além de distúrbios hormonais.

O recolhimento desses produtos seguirá os critérios dispostos no RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) nº 56/2015.

Fabricação de Sibutramina é liberada pela Anvisa

O medicamento tinha sido suspense devido à troca de fornecedor sem autorização prévia

No dia 14 de setembro, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou a fabricação, a distribuição e a comercialização do medicamento Biomag, bem como do seu genérico, Cloridrato de Sibutramina, utilizados no tratamento de obesidade. As drogas haviam sido suspensas, há cerca de um mês, pois foi realizada uma troca de fornecedor sem a autorização da entidade.

Agora que a situação está regularizada, os produtos que estavam em estoque já podem voltar a ser comercializados no mercado nacional, e a produção do insumo na empresa BRD Lifescience Private Limited, instalada na Índia, também foi autorizada.

Vale ressaltar que o insumo ativo de um remédio nada mais é do que a substância que transmite as características farmacológicas aos itens. Assim, fazer o controle da origem da matéria-prima é de suma importância para garantir a segurança e a qualidade dos medicamentos. Diante disso, quando eles passam por alguma modificação de fornecedor, como aconteceu com o Biomag e o Sibutramina, deve ocorrer uma aprovação prévia pela Anvisa, pois, assim, tem-se a certeza de que não sofrerão alterações.

Anvisa libera teste de chikungunya

O exame é feito de forma rápida e apresenta o resultado em 20 minutos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) registrou o teste rápido de chikungunya. Com isso, o exame inédito, desenvolvido pela Bahiafarma (Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos), poderá ser produzido e distribuído por todo o país.

Com poucas gotas de sangue, será possível detectar a doença tanto nos primeiros dias de infecção quanto em qualquer fase. O diagnóstico é feito devido a identificação da presença de anticorpos M (igM) no organismo.

O resultado desse teste sai em 20 minutos e a taxa de precisão é de 95%. Já os laboratoriais, que eram os utilizados para detectar a patologia em casos suspeitos, até então, podiam demorar semanas para ficarem prontos.

O teste ainda não está disponível na rede pública de saúde da Bahia, porém a Secretaria da Saúde informou que a aquisição está em fase de análise. Cada kit custa em média R$ 40.

Cosmético com formol em excesso é proibido pela Anvisa

O limite de segurança permitido pela legislação brasileira é 0,2% em produtos para o cabelo

Conforme determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a distribuição e a comercialização do cosmético Tribotox Antifrizz Duradouro, fabricado pela empresa Frielo Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda., foi proibida.

De acordo com a resolução publicada no dia 8 de setembro, no Diário Oficial da União, um dos motivos que contribuíram para isso foi o fato de o produto não possuir registro na entidade. Além disso, os testes que verificam o teor de formaldeído detectaram que a quantidade utilizada está fora do limite de segurança permitido pela legislação brasileira.

Dados do Iarc (Iternational Agency For Research on Cancer, o que, em português, significa Agência Internacional de Pesquisa em Câncer), apontam que o formol é considerado cancerígeno. Assim, somente o conservante da própria substância poderá ser utilizado em cosméticos para os cabelos, pois, dessa forma, evita-se a contaminação por microorganismos. A concentração máxima consentida para esse propósito é de 0,2%.

Caso necessite de uma visita técnica, para saber se toda a sua documentação e o seu estabelecimento, estão nas normas exigidas entre em contato agora com a Register Corporation do Brasil, no número: 4020-0099.